Fotos da Cirurgia (Adenectomia Axilar)

Tirei fotos das axilas todos os dias durante dois meses, depois parei porque não tava dando tanta diferença entre uma foto e outra. Não seria prático colocar todas aqui, daí agrupei assim por semanas. Algumas acabaram saindo de cabeça pra baixo, mas dá pra ver bem.

1° dia

 

2° dia: sem o dreno, com os pontos

 

5° dia: sem os pontos

 

 

Duas semanas após a cirurgia

 

Ainda na segunda semana surgiu a inflamação na axila direita (1ª foto)

 

… e demorou uns 20 dias pra fechar.

 

Pouco depois de 1 mês,as duas cicatrizes estavam fechadas.

 

Cerca de 2 meses depois,  as cicatrizes não mudam mais tanto assim, só ficam menos vermelhinhas. 

 

 

É isso. Boa sorte!

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Fotos da Cirurgia (Adenectomia Axilar)

Minha História com a Bromidrose e como Resolvi o Problema

Resolvi escrever esse depoimento porque, quando eu estava procurando  uma solução para a minha bromidose (popularmente cecê, asa),  não encontrei praticamente nenhum depoimento detalhado sobre a cirurgia específica que eu queria fazer.  Prometi a mim mesma que, se obtivesse resultados positivos na cirurgia, criaria um blog pra compartilhar a experiência e postar as fotos do processo de recuperação. Foram essas informações que mais senti falta enquanto pesquisava – salvo o blog da Fedorentinha, que infelizmente estava com algumas fotos fora do ar.

 É o suor da glândula apócrina que provoca o mau cheiro. É a decomposição da substância dele pelas bactérias que gera o problema. E nem adianta achar que matando as bactérias você vai solucionar o problema, porque bactéria é um troço resistente e enquanto estiver alimento pra elas, elas voltam.  Por isso me revoltava com as propagandas como as do Rexona, por exemplo, que diziam que o mau odor pode ser resolvido pelo simples fato de matar as bactérias, como se mata-las fosse fácil e que só isso fosse resolver. Pode até ser que um produto resolva  para algumas pessoas, porém as bichinhas não morrem assim gente. É preciso atacar a fonte de alimento, não acham?

No início

Nos primeiros anos da universidade, comecei a ser atormentada com o odor forte e desagradável das minhas axilas. Investi em desodorantes tipo clinical, lavava os braços sempre que tinha a oportunidade no intervalo entre as aulas, mas não adiantava, ainda ficava o cheiro. Durante a adolescência eu não sofria com isso, passava muitas vezes o dia todo no colégio, fazia aula de educação física, voltava a pé pra casa e mesmo transpirando não tinha o cheiro horrível. Por volta dos 18 anos, comecei a ter esse odor forte, tomava banho e com o mínimo de esforço já estava fedendo. Repetir roupa era impensável, até mesmo hoje que já dei jeito no problema não consigo repetir as blusas que uso (força do hábito). Fui ficando cada vez mais tensa, e só de pensar em levantar os braços me dava agonia que alguém pudesse sentir o cheiro. Abraçar era um martírio psicológico pra mim e um físico para os pobres narizes das pessoas. Minha mãe percebia o cheiro forte e me falava. Algumas pessoas da minha família também têm o mesmo problema. As pessoas comentavam. Nunca me esqueço do dia em que voltei da universidade pra casa num fim de tarde (eu havia saído de casa ao meio dia) e a minha tia e prima estavam lá pra fazer uma visita. Minha priminha (tinha uns 4 anos na época) veio correndo me abraçar e a primeira coisa que ela falou foi “prima você tá fedendo”! Sabe como são as crianças, tão sinceras! E olhem que ao meio dia eu havia tomado banho, voltei antes de anoitecer e nem tinha feito tanto esforço, mas era só transpirar um pouquinho e pronto, já estava encrencada. Nem vou mencionar em detalhes as inúmeras vezes que entrei em salas de aula e os colegas começavam a se cheirar pra ver se eles que estavam com cheiro, das indiretas que recebi de pessoas que falavam que limão era bom pra combater o odor corporal, que era para eu mudar a dieta ou que fedor é esse por aqui, enfim.  É difícil explicar para as pessoas que a origem do cheiro não é falta de higiene ou porque você é descuidada.

Durante a graduação, os dias mais quentes eram um suplício. No nordeste faz muito calor, ou seja, pra quem sofre de bromidrose é um verdadeiro inferno pra se viver. Apesar disso, e por incrível que pareça, o problema não me impediu de ter namorados e fazer amigos. A minha bromidrose desencadeava quando eu transpirava, nem que fosse só um pouquinho.  Em dias mais frescos o cheiro diminuía, mas não sumia completamente. Minha transpiração ficou anormal. Passei a transpirar muito, vai saber o porquê exato de o meu corpo desenvolver isso tão depois da adolescência.  No início não me incomodava tanto.  Ficava até feliz por não transpirar em excesso nem pelos pés nem pelas mãos, pois conheci pessoas com esse problema (hiperidrose) e vi como elas sofriam. Achava que o meu problema não era tão terrível. Com poucos meses, porém, estava cada vez mais difícil me sentir confortável com o meu próprio corpo. Eu sempre tinha medo de usar determinadas roupas como as coloridas,  blusas e vestidos de alça. E claro, o maior medo de todos: as pessoas perceberem e comentarem sobre o meu cheiro, o que não era muito difícil.

Sempre mantive a higiene impecável, banhos e mais banhos, produtos, depilação em dia, receitas caseiras. Era uma batalha. As receitas eram paliativas, funcionavam por dois ou três dias e depois o cheiro voltava do mesmo jeito. Aqui vai um alerta: receitas caseiras são arriscadas e podem piorar ainda mais o problema.  Olhem as loucuras que já fiz:

– passava vinagre e limão nas axilas, passava uma escova na pele pra ‘lavar bem´;

– passava água sanitária e derivados(produtos tipo Lisoform bruto e Pinho Sol) diretamente na pele;

– passava limão e deixava na pele, depois saía de casa mesmo sabendo que poderia manchar;

– usei produtos antifúngicos, cetoconazol, icaden, sabonete soapex, passava enxaguante bucal na axila, passava óleo de coco;

– passava leite de magnésia misturado com bicarbonato de sódio na pele.

Precisa dizer? Nada disso funcionou efetivamente. Costumo dizer que o meu sovaco é guerreiro, pois todos esses produtos poderiam ter manchado e danificado severamente a minha pele, o que milagrosamente não ocorreu. Um dos meus médicos alertou que tanta agressão não resolve porque geralmente essas medidas caseiras abrem feridas muitas vezes não visíveis na camada superficial da pele, aí já viu, tecido morto, suor, secreção e bactéria juntos num ambiente abafado =  receita para o mau cheiro.

Tem gente que consegue resolver o problema com essas coisas que mencionei aí em cima, não foi o meu caso. Repito: esses produtos são agressivos demais à pele (exceção do óleo de coco, leite de magnésia e bicarbonato – claro e óbvio que eles são passíveis de provocar alergias), portanto, tome cuidado.

VÁ AO MÉDICO e pare de se angustiar com receitas ineficazes. Talvez você precise consultar mais de um médico sim, não há nada de errado nisso. Alguns estão mais por dentro do assunto do que outros, seja atento. Várias opiniões também são desejáveis, até porque existe uma infinidade de tratamentos disponíveis por aí e nem sempre uma opinião apenas é a mais adequada para o seu caso.

Há ainda aqueles que precisam ir ao psicólogo, por estarem demasiado fragilizados com todo o constrangimento e o desgaste emocional que a bromidrose provoca. Se você sentir que não consegue enfrentar o problema sozinho, VÁ AO PSICÓLOGO também.  Particularmente não fui aos psicólogos porque resolvi estudar sobre o tema. Conversei sobre o assunto com pessoas de minha confiança, li muito nos fóruns e principalmente coloquei uma meta para resolver o meu problema. Parei de me sentir uma vítima, vi que o corpo humano tem tantos distúrbios e doenças que esse era só mais um deles. Não era minha culpa, nunca foi. Racionalizar o problema como apenas mais um distúrbio médico dá uma força impressionante a nível emocional.

Trajetória aos médicos

– O primeiro que marquei consulta foi um clínico geral que também é endocrinologista. Fui pra saber se eu estava com algum problema de saúde que estivesse provocando a bromidrose. Ele pediu exames, os fiz e não deu nada. Minha saúde, hormônios e funções do organismo estavam em perfeitas condições. Talvez essa primeira ida no clínico geral nem seja necessária, principalmente se você não estiver com nenhum outro sintoma além do excesso de suor e do mau cheiro. Eu fui porque na universidade esse médico atendia os estudantes gratuitamente e eu já estava lá mesmo. Além disso, na minha família tem histórico de diabetes. Os exames de rotina fiz pelo plano de saúde.

– O segundo médico foi um dermatologista. Ele sugeriu o Botox, pois na clínica não havia outras formas de tratar o problema. Nem na cidade na época. Mas, o Botox custava muitas dilmas para o meu orçamento estudantil, daí não fiz. Depois vi vários depoimentos de pessoas que fizeram o Botox, paravam de suar, mas continuavam com o mau cheiro. Descobri que o Botox ajuda mais pra transpiração excessiva do que pro mau odor nas axilas em si. São problemas relacionados, porém distintos, então a tendência é o Botox não ajudar muito quem sofre de mau odor. Sofri mais um pouco (mas economizei por não aplicar o Botox).

– A terceira médica foi uma clínica geral de novo. Ela me passou a receita de cloreto de alumínio hexadesidratado (20%). REMÉDIO MARAVILHOSO! Funciona. Você passa à noite, de manhã tira com o banho. Não só controla o suor como o cheiro também desaparece. MAS, eu tive alergia. Alergia! Dois dias depois de usar a axila começou a empolar, coçava, pinicava, um tormento. Suspendi o uso,  que dó!

– O quarto e último médico: um cirurgião plástico. Sabe aquela fase do ‘cansei’? Pois é, finalmente, descobri um cirurgião especializado no problema e que, como o nome já diz, indicou a cirurgia. Foi o que resolveu meu problema. A cirurgia plástica.

A solução do problema: a adenectomia axilar

PREPAREM AS DILMAS. Vai custar caro, mas acredite: vale a pena. Inclusive se tudo o que você já tentou não deu certo antes.  Trabalhei, e em meses fiz uma poupança.  Seria interessante procurar pelo SUS, caso você não consiga em hipótese alguma a quantia necessária para o tratamento. Se tem pelo SUS infelizmente eu não sei.

Ao todo foram oito anos sofrendo com a bromidrose. Optei pela cirurgia porque queria uma solução a longo prazo.

O nome do procedimento é adenectomia axilar. Basicamente é o mesmo procedimento do vídeo abaixo. O cirurgião faz o corte e remove as glândulas apócrinas, que ficam nessa parte superficial da pele.  A diferença do meu procedimento foi que ao invés de pontos no local do corte, o cirurgião usou uma cola, pra ficar esteticamente mais bonita a cicatriz. Mas ele deu pontos externos e internos também (não no corte em si). Ele também usou uma ferramenta pra queimar a região, acredito que seja uma espécie de laser ou cauterizador. O curativo também foi diferente, mas já dá pra ter uma ideia. Vejam o vídeo completo.

https://www.youtube.com/watch?v=IjLpgYkpRIU

Minhas principais preocupações foram a cicatriz, a recuperação, a formação de queloide,  se as glândulas iam se regenerar e a margem de erro.

Numa consulta super longa com o médico, pude ficar tranquila com relação às minhas preocupações. A cicatriz tem aproximadamente 5cm e é só uma linha, esteticamente falando é aceitável. A recuperação é um saco. Apesar de voltar pra casa no mesmo dia, a região das axilas fica tão sensível que é horrível pra se movimentar. Mais adiante falarei do pós-operatório. A queloide é possível, mas tenho tatuagem e já tive outros cortes profundos, nenhum deles formou. Logo, as chances eram mínimas, e de fato, não tive. Teoricamente, as glândulas apócrinas não se regeneram. Mas isso é o que se sabe até agora, como o conhecimento muda, então é possível que no futuro alguém volte a ter o problema após a cirurgia. Espero que isso não aconteça comigo! Meu médico foi muito ético e claro explicando que a cirurgia poderia não resolver o problema 100%, que as chances de sucesso eram em torno de 70 a 90%. Isso significa que esses 10 a 30% de margem de erro poderiam ocorrer! Parece pouco, mas não é. É um risco a se correr, pense nisso.  Ele ainda mostrou fotos e mais fotos das axilas que ele já havia operado, incluindo as fotos de cicatrizes que deram complicações (momento eca!). Tudo pra que eu estivesse bem ciente do que ia fazer.

Um adendo importante aqui: pesquise! Leia leia e leia. Em português, talvez não seja muito comum encontrar artigos científicos que falem sobre a bromidrose, mas em sites gringos tem aos montes.  Vá ao médico já bem informado sobre o problema, e veja se o tratamento que ele está oferecendo tem boas chances de dar certo antecipadamente.  Não é a toa que existem várias opções de tratamento, é preciso saber o que vai ser melhor para o seu caso. Logicamente, discuta suas dúvidas com clareza e tenha em mente que você não precisa concordar com tudo que o médico diz. Veja por exemplo, o meu dermatologista indicou o Botox e na época não deixou claro porque o Botox poderia não resolver o mau cheiro. Aproveite para pesquisar nos links que deixei na primeira postagem do blog com dicas de pesquisa.

O médico pediu um exame de sangue, agendamos a cirurgia e voi la! Dias contados para acabar a bromidrose.

Obs: TEM QUE TER ACOMPANHANTE. Os termos de consentimento tem que ser assinados por uma pessoa que vai te acompanhar no dia da cirurgia, que vai contigo de volta pra casa e que possa passar pelo menos esse período pós-cirurgia (as primeiras 15h) com você.

A pergunta que não quer calar, quanto custou?

Foram R$ 5.320,00* de gastos com a consulta e a cirurgia.

Claro que tem mais gastos depois com os remédios, pomadas, protetor solar fator 1000³²³²² (uns R$ 120,00)*. Se voltar de táxi do hospital pra casa (não foi o meu caso, minha acompanhante tinha carro), mais gasto. Se você não tiver quem cozinhe pra você, conte com pelo menos 5 dias comprando almoço, já que não se deve cozinhar nesse período. Quando voltar ao médico pra tirar os pontos e o dreno, se for de táxi, mais gastos.

*Esses valores são de 2015

Onde fazer a cirurgia?

Até onde me recordo,  em 2015, só se fazia esse tipo de procedimento no sul e sudeste do país. O meu médico atende no RS e em SC. Provavelmente tem médicos (cirurgiões plásticos) habilitados no Paraná, Rio e São Paulo também. No final do texto deixo os contatos do meu médico.

Não moro nesses estados, e agora?

Mais dinheiro será preciso, infelizmente. Se estiver disposto a fazer a cirurgia, o custo vai aumentar com as passagens e a estadia no local, já que não dá pra sair viajando nos primeiros 5 dias. E ainda o custo do acompanhante. Se eu continuasse morando no nordeste provavelmente iria gastar muito mais grana vindo pro sul fazer a cirurgia, mas ainda bem que não foi o caso.

Não  desanime: é possível! Tudo requer  planejamento e tempo pra levantar o valor necessário. A velocidade de tudo isso varia de pessoa pra pessoa.  Claro, não só a preparação financeira é elementar, mas também a psicológica. Cirurgia não é brincadeira, é invasiva e pode gerar complicações, infecção e por aí vai. Eu sei que é difícil, mas acostume-se com a ideia de conversar abertamente com outra pessoa sobre a bromidrose, inclusive comece a sondar quem poderia ser um bom acompanhante durante o processo cirúrgico.

O pós-operatório

Uma chatice, como havia dito antes. Na primeira semana os movimentos ficam limitados e DÓI quando mexe. Mas dá pra tomar banho, ir ao banheiro, fazer tudo sozinha. Claro que não pode sair fazendo tudo rápido, dirigir (pelo menos não nas primeiras 24h), entrar em ônibus/metrô lotado, levantar peso, resumindo: EXAGERAR. Senão a cicatriz abre e aí demora mais ainda pra fechar. Eu fiz a cirurgia nas minhas férias, então nos 15 primeiros dias eu não saía de casa ( a não ser pra ir tirar o dreno no dia seguinte e os pontos 5 dias depois).  Tive todo o cuidado, ainda assim, minha cicatriz do braço direito abriu, e passou 1 mês pra inflamação que surgiu ao redor dela sumir e fechar. O médico disse que era normal.  O segredo é manter os braços esticados sempre que possível e fazer os alongamentos e massagens para que a cicatriz não fique enrugada. A boa higiene  no local também é imprescindível. No início dói, mas depois passa. Depois dos primeiros 15 dias eu voltei a sair de casa normalmente, claro, usando protetor solar e não expondo as axilas ao sol de forma alguma (blusas de manga).

E o mau odor?

Passei os primeiros 12 dias sem usar desodorante! Nem sinal do cheiro! Em dias de calor, mesmo suando pouco eu já sentia o cheiro antes, mas depois da cirurgia não tinha mais cheiro nenhum.

Quando voltei a sair de casa, comecei a usar aqueles desodorantes mais fracos em aerossol porque se não usasse ficava um cheirinho de suor fraco, mas normal. Aquele mau cheiro horrível desapareceu! Consigo tomar banho de manhã, passo o dia todo fora em pleno verão, e quando chego à noite não tem cheiro! Só vai sentir cheiro de suor se der aquela fungada com o nariz embaixo da axila. As roupas não fedem mais, porém não as repito sem lavar.

Detalhe: se eu fizer esforço físico intenso ainda transpiro um pouco pela axila, mas é bem menos do que antes, é só levantar o braço que seca sem deixar o cheiro! Estou no céu! É libertador poder mexer os braços em paz sem me preocupar com o mau odor!

Moral da história

 Bromidrose tem solução. Mesmo que para algumas pessoas a solução não se dê de forma completa, ainda é possível diminuir drasticamente a proporção do mau cheiro nas axilas. A chave é parar de sentir vergonha disso por ainda ser  um tabu social e procurar ajuda especializada. Eu optei pela cirurgia porque não aguentava mais, aproveitei por ter me mudado pro sul e agendei o tratamento porque era o que tinha disponível por aqui. Estou mais do que satisfeita com o resultado, sem sombra de dúvidas.

Existem outras formas de tratamento como o MiraDry, a cirurgia a laser, a lipossucção das glândulas (tipo lipoaspiração), dentre outros.  São tratamentos de alto custo, mas considere que os médicos estudam e trabalham anos desenvolvendo as técnicas para resolver o problema, além de toda a despesa inerente aos procedimentos médicos em geral. Provavelmente os resultados vão te proporcionar uma qualidade de vida que vai valer cada centavo investido . Fico feliz de saber que hoje posso levar uma vida normal sem me preocupar mais com esse transtorno que tanto me atormentou nos últimos anos.

A clínica

Fiz a cirurgia com o Dr. A. Scipioni, eis o contato das clínicas dele aqui no sul. O doutor e o pessoal da clínica são maravilhosos, as meninas são solícitas e estão sempre dispostas a ajudar.  Serei sempre grata a esses excelentes profissionais  por terem proporcionado essa mudança tão importante na minha vida.

http://www.scipioni.com.br/

Minha História com a Bromidrose e como Resolvi o Problema

Primeira Postagem do Blog: Dicas de Pesquisa

Olá!

Antes de começar a ler os outros posts, deixo claro que tem um monte de blogs e fóruns que discutem a bromidrose e explicam o que ela é com detalhes. Vou deixar linkado aqui dois do Brasil, um fórum americano e dois artigos em inglês para você ter uma ideia mais clara sobre o problema.

http://www.simeutenhoasa.com.br/ – Site da Fedorentinha. Não a conheço, mas já a considero pacas. Aprendi muito com esse blog.

https://markusruhl3.wordpress.com/ – Um blog muito bom, no qual a maioria das informações que encontrei condiz com as leituras que fiz em artigos científicos.

http://www.curezone.org/forums/f.asp?f=326 – esse fórum é fantástico. Tem muitos depoimentos e as pessoas geralmente indicam leituras informativas. (inglês)

http://synapse.koreamed.org/Synapse/Data/PDFData/2023APS/aps-39-143.pdf – um artigo de 2012 sobre o tratamento a laser, bem curtinho e não tão difícil de entender. (inglês)

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4252676/ – um artigo de 2014 também, super curtinho e não tão difícil também.

Dica: se for partir pra leitura de artigos científicos, procurar os mais atuais e ficar de olho nos dados apresentados. Esse último link mesmo teve uma amostra de 3 pacientes só, daí fica difícil de generalizar mais os resultados. As informações dele são bem úteis, contudo.

Para mais fontes, consulte o periódico CAPES (http://www.periodicos.capes.gov.br/) e procure artigos disponibilizados gratuitamente.

Primeira Postagem do Blog: Dicas de Pesquisa